Censo de Instituições Envolvidas com Astronomia em Sergipe (2019)

Destacado

Bandeira de Sergipe
Mapa de Sergipe com as mesorregiões

INSTITUIÇÕES/GRUPOS/PROJETOS CATALOGADOS EM SERGIPE:
– Astrofotografia Amadora de Sergipe (AAS)
– Astrofotógrafos Amadores do Espaço (AfAE)
–Astrofotografia Sergipe (AfS)
– Casa de Ciência e Tecnologia da Cidade de Aracaju – Galileu Galilei (CCTECA – Galileu Galilei)
– Clube Dorense de Astronomia – Órion (CDA – ÓRION)
– Clube de Astronomia do Instituto Federal de Sergipe – Campus de Lagarto (CAILA)
– Clube de Astronomia do CODAP – UFS
– Grupo de Astronomia Singularidade (GAS)
– Grupo de Astrofísica da UFS (ASTROUFS)
– Grupo de Astronomia Johannes Kepler (GAJK)
– Grupo de Eventos Astronômicos de São Cristóvão (GEASC)
– Physics Solutions Júnior (PhysicS Jr.)
– Projeto Astrofotografia Alternativa
– Projeto Astronomia do IFS de Estância (AstroIFS)
– Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE)
– Tardis – Clube de Astronomia de Estância (Tardis – CAE)
– Observatório Scorpio*

*Não chegou exercer atividade. O projeto foi descontinuado (hibernado) antes de ser inaugurado por falta de recursos. Há expectativa de um retorno no futuro.

1 – CATALOGAÇÃO

1.1  – INSTITUIÇÕES/GRUPOS/PROJETOS CATALOGADAS: 17

Ativas: 14 (82,35%)

SEASE; Clube de Astronomia do CODAP – UFS; CCTECA – Galileu Galilei; CDA – ÓRION; AfS; ASTROUFS; CAILA; Projeto Astrofotografia Alternativa; PhysicS Jr; Tardis – CAE; GEASC; AfAS; GAS; AfAE.

Inativas: 01 (5,88%)

Observatório Scorpio

Extintas: 02 (11,76%)

GAJK; AstroIFS

BASE PARA LEVANTAMENTO (ativas + inativas): 15

Ativas: 14 (93,33%)

Inativas: 01 (6,66%)

1.2 – LOCALIZAÇÃO:

Número de Municípios na UF: 75

Municípios com instituições/equipamentos ativos + inativos: 5 (6,66% do Total)

Aracaju: SEASE; CCTECA – Galileu Galilei; AfS;  AfAS; GAS;

São Cristóvão: Clube de Astronomia do CODAP – UFS; ASTROUFS; PhysicS Jr; GEASC;

Nossa Senhora das Dores: Observatório Scorpio; CDA – Órion; AfAE; Projeto Astrofotografia Alternativa;

Estância: Tardis – CAE;

Lagarto: CAILA;

Concentração de instituições/equipamentos

Capital: 5 (33,33%)

Outras cidades: 10 (66,66%)

2 – DISTRIBUIÇÃO

2.1 – DISTRIBUIÇÃO NAS MESORREGIÕES (IBGE 1989) :

– Sertão Sergipano – 0 (0,00%)
– Agreste Sergipano – 5 (33,33%)
– Leste Sergipano – 10 (66,66%)

2.2 – DISTRIBUIÇÃO NAS REGIÕES GEOGRÁFICAS INTERMEDIÁRIAS (IBGE 2017) :

– Aracaju – 14 (93,33%)
– Itabaiana – 1 (6,66%)

3 – TIPOS

OBSERVATÓRIOS: 1 (6,25%)

Observatório Scorpio

PLANETÁRIOS*: 1 (6,25%)

CCTECA – Galileu Galilei

ASSOCIAÇÕES**: 11 (68,75,33%)

SEASE; Clube de Astronomia do CODAP – UFS; CDA – ÓRION; AfS; ASTROUFS; CAILA; Tardis – CAE; GEASC; AfAS; GAS; AfAE.

PROJETOS***: 1 (6,25%)

Projeto Astrofotografia Alternativa

OUTROS*: 2 (12,50%)

PhysicS Jr, CCTECA – Galileu Galilei

*A CCTECA – Galileu Galilei, além de possuir um planetário é também um museu de ciência com painéis astronômicos distribuídos pela casa e uma sala de astronomia. Assim, será duplicado a contagem dela neste tópico e em tópicos secundários a este. Dessa forma, serão contados 16 tipos ao invés de 15.

**O Clube de Astronomia do CODAP foi classificado como associações, no entanto também trata-se de um projeto do CODAP. O mesmo acontece com o CAILA, o GAS e outros. O extinto GAJK também foi um grupo de Astronomia.

***Esta categoria foi considerada apenas os que são puramente projetos sem criação de grupo ou clube de astronomia. O extinto AstroIFS foi um projeto de astronomia com criação de um grupo, assim como o sucessor dele o “Tardis”.

4 – ESCOLAS PARTICIPANTES DA OBA

Municípios: 27  de 75 (36,00% do total)

Aracaju: (30 de 410) Col. Arquidiocesano S. C. de Jesus; Colégio Patrocínio de São José; Colégio Estadual Jackson de Figueiredo; Colégio Michellangelo; Colégio Bom Pastor; Colégio Cepi expansão; Colégio de Ciências Pura e Aplicada; EMEF Jornalista Orlando Dantas; CE Atheneu Sergipense; COC Colégio São Paulo; Colegio Amadeus; CAIC Ministro Geraldo Barreto Sobral; Colégio Esplendor; Centro de Excelência Master; CE Prof Gonçalo Rollemberg Leite; Colégio Estadual Barão De Mauá; CE Tobias Barreto; Col. Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus; Escola Sesc Siqueira Campos; Col. E Secretário Francisco Rosa Santos; Colégio Jardins; Colegio Hoje; Centro de Excelência Professora Maria Ivanda de Carvalho Nascimento; Colégio Módulo; Centro de Excelência Dom Luciano José Cabral Duarte; Colégio do Salvador; Instituto Federal de Sergipe; COESI – Colégio de Orientação e Estudos Integrados; JFGG e Cia; Colégio CEA.

Areia Branca: (2 de 28) Colégio Estadual Pedo Diniz Gonçalves; Col Estadual Gov João Alves Filho.

Boquim: (5 de 46) Col. José Fernandes da Fonsêca; Colégio Estadual Severiano Cardoso; CE Cleonice Soares da Fonseca; EM Maria da Glória Barreto de Andrade; EM Dep. Joaldo Barbosa.

Carira: (23 de 57) Escola Municipal Isauro Soares; Escola Municipal Professora Maria Esmeralda Costa; Escola Municipal Maria Eunice Vieira; Escola Municipal Professora Maria Rabelo de Morais; Escola Municipal Maria Neuza Alves Chagas; Escola Municipal José Oliveira Barreto; Escola Municipal Escritor João Rabelo de Morais; Escola Municipal José Monteiro Filho; Escola Municipal Luzia de Andrade Alves; Escola Municipal Senhor do Bonfim; Escola Municipal Padre Raul Bonfim Borges; Escola Municipal Julio Francisco de Souza; Escola Municipal Laudelino Freire; Escola Municipal Protestato Francisco dos Santos; Escola Municipal Durval Matos; Educação de Jovens e Adultos do Ensino Fundamental; Escola Municipal Manoel Pereira Dorea;  EM Maria Neuza Machado Silva; Escola Municipal Tobias Barreto; Escola Municipal Aroaldo Chagas; Escola Municipal Prof. Maria da Glória Menezes; EM Prof Ilda Almeida Dutra; Escola Municipal Rui Barbosa.

Estância: (3 de 102) Escola De Ensino Fundamental E Médio João Batista Da Rocha; Escola Municipal Nubia Lima Do Nascimento; Instituto Federal de Sergipe – Campus Estância.

Frei Paulo: (3 de 29) Colégio Estadual Gentil Tavares da Mota; Escola de Aplicação Sagrado Coração de Jesus; Colégio Estadual Martinho Garcez.

Itabaiana: (1 de 115) Escola Estadual Prof. Nestor Carvalho Lima.

Japoatã: (1 de 33) Colégio Estadual Professora Roberta Ramalho de Souza.

Lagarto: (9 de 150) Instituto Federal De Sergipe – Campus Lagarto; Colégio José Augusto Vieira; EM José Antônio dos Santos; EM Antonio Francisco de Souza; CE Prof. Abelardo Romero Dantas; EM Eliezer Porto; EE Senador Leite Neto; Colegio estadual prefeito pedro de balbino; Colégio Estadual Silvio Romero.

Malhada do Bois: (1 de 10) Colegio Estadual Emiliano Guimarães.

Moita Bonita: (2 de 21) CE Djenal Tavares de Queiroz; Colégio Estadual Profª Maria Da Glória Costa.

Monte Alegre de Sergipe: (1 de 35) Colégio Estadual José Inácio de Farias.

Muribeca: (1 de 15) Instituto Educar.

Neópolis: (1 de 33) Centro de Excelência Marechal Pereira Lobo.

Nossa Senhora da Glória: (2 de 73) IF de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe; Colégio Rezende Ltda – Me.

Nossa Senhora de Lourdes: (1 de 18) Colégio Estadual Monsenhor Fernando Graça Leite.

Nossa Senhora do Socorro: (3 de 148) Centro de Excelência Deputado Jonas Amaral; SESC AR/SE Aline Pinto; Colégio CEME LTDA.

Pacatuba: (1 de 44) Colégio Estadual Dr Leandro Maciel.

Pirambu: (1 de 16) Colégio Estadual José Amaral Lemos.

Poço Verde: (2 de 62) EE Sebastião da Fonseca; Colégio Estadual Professor João de Oliveira.

Riachuelo: (4 de 18) Escola Municipal D. Pedro I; Escola Municipal Francisco Leite Filho; Escola Municipal Poeta Santo Sousa; Escola Municipal Jose Araujo.

Ribeirópolis: (6 de 42) EE Professora Maria Do Carmo Santos; Centro de Educação Básica Auxiliadora Paes Mendonça; CE João XXIII; Escola Estadual Deputado Baltazar Santos; Colégio Paraíso Cultural;  EE Abdias Bezerra.

Salgado: (1 de 49) EM José Gonçalves Filho.

São Cristóvão: (3 de 92) Esc. Capitão Manoel Batista Santos; CE Professor Hamilton Alves Rocha; Colégio de Aplicação da UFS.

São Domingos: (1 de 27) Senninha Centro Educcional.

Simão Dias: (5 de 87) Escola Municipal Maria Rabelo Barreto; Escola Municipal Otaviana Odillia Da Silveira; EM Gervásio de Carvalho Prata; Colégio Estadual Senador Lourival Baptista;  Escola Municipal Cícero Ferreira Guerra.

Umbaúba: (4 de 40)Escola São Salvador; EMEF Adelvan Cavalcanti Baptista; CE Dr Antônio Garcia Filho; Colégio Estadual Benedito Barreto do Nascimento.

Escolas: 117 de 3239* (3,61% do total de escolas de Sergipe)

Escolas dos municípios participantes: 117 de 1800 (6,50% do total de escolas dos municípios participantes)

* Todas as escolas de Sergipe do Censo Escolar 2018 de acordo com o QEdu.

5 – OBSERVATÓRIOS

PRIVADOS – 1 (100%)
PÚBLICOS – 0 (0%)

5.1 – PRIVADOS
Pessoais: 1 (100%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

5.2 – PÚBLICOS
Governo Municipal: 0 (0%)
Governo Estadual: 0 (0%)
Governo Federal: 0 (0%)
Universidade Federal: 0 (0%)
Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)

6 – PLANETÁRIOS

PRIVADOS – 0 (0%)
PÚBLICOS – 1 (100%)

FIXOS – 1 (100%)
MÓVEIS – 0 (0%)

6.1 – FIXOS

PRIVADOS:
Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

PÚBLICOS:
Gov. Municipal*: 1 (100%)
Gov. Estadual: 0 (0%)
Gov. Federal: 0 (0%)
Univ. Federal: 0 (0%)
Univ. Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

*  A CCTECA Galileu Galilei está vinculada à  Secretaria da Educação do Município de Aracaju (SEMED). Mas, foi um projeto piloto do Governo Federal que visa instalar centros de estímulos e divulgação científica e tecnológica em todo o país.Em Sergipe o projeto foi financiado através do Ministério da Ciência e Tecnologia em parceria com a Prefeitura Municipal de Aracaju, através do órgão SEPLAN e com a consultoria da Universidade Federal de Sergipe.

6.2 – MÓVEIS

PRIVADOS:
Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

PÚBLICOS:
Gov. Municipal: 0 (0%)
Gov. Estadual: 0 (0%)
Gov. Federal: 0 (0%)
Univ. Federal: 0 (0%)
Univ. Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

7 – ASSOCIAÇÕES*

PRIVADAS – 6 (54,55%)

SEASE; CDA – ÓRION; AfS; GEASC; AfAS; AfAE.

PÚBLICAS – 5 (44,45%)

Clube de Astronomia do CODAP – UFS; ASTROUFS; CAILA; GAS; Tardis – CAE.

7.1 – PRIVADAS (VÍNCULOS)

Pessoais: 6 (100%)

SEASE; CDA – ÓRION; AfS; GEASC; AfAS; AfAE.


Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

7.2 – PÚBLICAS (VÍNCULOS):

Escola Municipal: 0 (0%)
Escola Estadual: 1 (20%)

GAS

Escola Federal: 1 (20%)

Clube de Astronomia do CODAP – UFS

Universidade Federal: 1 (20%)

ASTROUFS

Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 2 (40%)

CAILA; Tardis – CAE.

Outros: 0 (0%)

8 – PROJETOS

PRIVADOS– 0 (100%)

PÚBLICOS* – 1 (100%)

Projeto Astrofotografia Alternativa;

*O Astrofotografia Alternativa é uma criação privada por David Maia (aluno do CEGC na época), mas que na maior parte do tempo esteve vinculado a projetos aprovados pelo o Colégio Estadual General Calazans/Nª Sª das Dorese-SE para participar de feiras de ciência sob coordenação e orientação do Professor Nilson Santos, intitulado: Projeto Astrofotografia Alternativa.

8.1 – PRIVADOS (VÍNCULOS):

Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

8.2 – PÚBLICOS (VÍNCULOS):

Escola Municipal: 0 (0%)
Escola Estadual: 1  (100%)

Projeto Astrofotografia Alternativa

Escola Federal: 0 (0%)
Universidade Federal: 0 (0%)
Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

9 – OUTROS :

MUSEUS* – 1  (50%)

CCTECA – Galileu Galilei;
LABORATÓRIOS – 0 (0%)
OUTROS – 1 (50%)

Physics Jr.

PRIVADOS – 1 (50%)
PÚBLICOS – 1 (50%)

* A CCTECA – Galileu além de possuir um planetário também possui um museu de ciência que inclui conteúdo de astronomia. Ver tópico 3.

9.1 – PRIVADOS (VÍNCULOS):

Pessoais: (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

9.2 – PÚBLICOS (VÍNCULOS):

Escola Municipal: 0 (0%)
Escola Estadual: 0 (0%)
Escola Federal: 0 (0%)
Universidade Federal: 1 (50%)

Physics Jr.

Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
Outros: 1 (50%)

            CCTECA – Galileu Galilei

10 – CRONOLOGIA DE SURGIMENTO CONFORME AS DÉCADAS:

até séc. XIX – 0
1900 – 0
1910 – 0
1920 – 0
1930 – 0
1940 – 0
1950 – 0
1960 – 0
1970 – 0
1980 – 0
1990 – 1  

GAJK: 08/10/93—10/11/2001 (extinto)

2000 – 5

SEASE: 10/11/2001 — Atual;

Clube de Astronomia do CODAP – UFS: 26/06/2007— Atual;

CCTECA – Galileu Galilei: 22/03/2009 –- Atual;

CDA – ÓRION: 26/08/2009 –- Atual;

AfS: 04/12/2009—Atual

2010 – 11

ASTROUFS:~2012—Atual;

CAILA: 17/02/2013—Atual;

AstroIFS: 06/03/2015 — ~2017 (extinto);

Observatório Scorpio:~2015 — ~2016 (inativo);

Projeto Astrofotografia Alternativa: ~2015—Atual;

PhysicS Jr.: 01/09/2016—Atual;

Tardis – CAE: 08/06/2017—Atual;

GEASC: 07/01/2017—Atual;

AfAS: 24/01/2017—Atual;

GAS: 16/05/2017—Atual;

AfAE: 04/02/2019—Atual;

Total: 17

Fontes de busca:

– Site da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA)

– Facebook – busca geral

–  QEdu

–  GAEA

–  Memórias da Astronomia em Sergipe (MAS)

Autores do levantamento:
– Jaelsson S. Lima
– Memórias da Astronomia em Sergipe (MAS)

Versão PDF: Censo de Instituições Envolvidas com Astronomia em Sergipe (2019)

______________________________________________________________________

Texto: Elaborado por MAS

Fontes: CENSO BRASILEIRO DE INSTITUIÇÕES ASTRONÔMICAS EDIÇÃO 2018 – RESULTADO GERAL. Disponível emhttp://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_30.html  , acesso 14 Dec. 2019. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 14/12/2019:  https://web.archive.org/web/20191215014033/http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_30.html ).

Censo Brasileiro de Instituições Astronômicas – SERGIPE (2018). Disponível em: http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_24.html  , acesso 14 Dec. 2019. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 14/12/2019:  https://web.archive.org/web/20190426215802/http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_24.html ).

Lista completa de escolas, cidades e estados. QEdu. Disponível em: https://www.qedu.org.br/busca/126-sergipe, acesso em 20 Jan. 2020. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 20/01/2020: https://web.archive.org/web/20190214090107/https://qedu.org.br/busca/126-sergipe).

Escolas Participantes OBA e MOBFOG. OBA. Disponível em: http://www.oba.org.br/site/index.php?p=conteudo&idcat=7&pag=conteudo&acao=pesquisa&codigo=&nome=&cidade=&uf=SE&bairro=, acesso em 20 Jan. 2020. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 20/01/2020: https://web.archive.org/web/20200120034056/http://www.oba.org.br/site/index.php?p=conteudo&idcat=7&pag=conteudo&acao=pesquisa&codigo=&nome=&cidade=&uf=SE&bairro=).

Região Geográfica Intermediária de Itabaiana. IBGE 2017. Wikipedia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Geogr%C3%A1fica_Intermedi%C3%A1ria_de_Itabaiana, acesso em 20 Jan. 2020. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 20/01/2020: https://web.archive.org/web/20200120034357/https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Geogr%C3%A1fica_Intermedi%C3%A1ria_de_Itabaiana).

Região Geográfica Intermediária de Aracaju. IBGE 2017. Wikipedia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Geogr%C3%A1fica_Intermedi%C3%A1ria_de_Aracaju, acesso em 20 Jan. 2020. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 20/01/2020: https://web.archive.org/web/20200120034652/https://pt.wikipedia.org/wiki/Regi%C3%A3o_Geogr%C3%A1fica_Intermedi%C3%A1ria_de_Aracaju).

Lista de mesorregiões e microrregiões de Sergipe. IBGE 1989. Wikipedia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_mesorregi%C3%B5es_e_microrregi%C3%B5es_de_Sergipe, acesso em 20 Jan. 2020. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 20/01/2020: https://web.archive.org/web/20190609161810/https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_mesorregi%C3%B5es_e_microrregi%C3%B5es_de_Sergipe).

Memórias da Astronomia em Sergipe. Disponível em: https://memoriasdaastronomiaemsergipe.wordpress.com/, acesso em 20 Jan. 2020.

História da Astronomia em Sergipe. MAS. Disponível em: https://memoriasdaastronomiaemsergipe.wordpress.com/historia-da-astronomia-em-sergipe/, acesso em 20 Jan. 2020.

Sobre o CDA Órion

Update: 26/12/2019

A FUNDAÇÃO DO CLUBE DORENSE DE ASTRONOMIA ÓRION

O Clube Dorense de Astronomia Órion (CDA Órion) foi fundado dia 26 de agosto de 2009. Este grupo, de astronomia amadora, tem sede e atuação no interior do estado, situando-se a sua sede na cidade de Nossa Senhora das Dores/SE, a cerca de 75 quilômetros de Aracaju. Teve como fundador o professor e astrônomo amador Nilson Silva Santos e o professor Vicente Mateus Santana, que juntamente com outros entusiastas se reuniram para participar oficialmente das atividades promovidas no Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009).

Logotipo oficial do grupo CDA Órion

Desde a sua fundação, o CDAO Órion, tem se dedicado a promover eventos que objetivam aproximar o público em geral da Astronomia, desmistificando a figura do astrônomo e desta ciência ainda pouco acessível à maioria da população. No rol de ações, destacam-se palestras, exposições, oficinas e observações com telescópio. Já no primeiro ano de fundação, foram realizadas quatro exposições abertas ao público com a coleção de imagens cedidas pelo astrônomo Augusto Damineli “Paisagens Cósmicas”, celebrando o AIA 2009.

Exposição “Paisagens Cósmicas” , pelo CDA Órion em 2009.

Durante as comemorações do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009), o grupo fez parte ativamente como Nó Local, isto é, representante oficial das atividades ligadas ao AIA, juntamente com a SEASE, com o intuito de promover atividades voltadas à popularização da Astronomia, dentro dos planos de metas do Comitê Nacional que coordenou as comemorações em 2009. Neste mesmo ano, além das exposições, foram ministradas palestras em escolas das redes pública e privada, atingindo um público de aproximadamente três mil pessoas.

Representante do Clube ÓRION em palestra para estudantes. Foto: MOURA, M. Projeto Memórias Dorenses, 2009.

Logo após as palestras, ocorriam sessões de observação dos astros com o emprego de equipamento óptico, disponibilizado aos interessados para que pudessem vislumbrar algumas das maravilhas do Universo, não perceptíveis a olho nu. Para tanto, o grupo dispunha de duas lunetas galileoscópicas, sendo uma de 50 mm e outra de 60 mm, além de um telescópio newtoniano caseiro de 180 mm. Com as lunetas se privilegiava a observação de estrelas mais brilhantes e da superfície lunar. Com o telescópio newtoniano, fazia-se a observação de detalhes planetários do nosso sistema solar e céu profundo, sendo que este último consiste em observar e/ou fotografar corpos celestes mais distantes na nossa galáxia ou além.

Estudantes ao lado do telescópio, após palestra realizada como parte das comemorações do AIA 2009

Dando sequência ao trabalho, a partir de 2010, o grupo passou a realizar encontros quinzenais com o objetivo de discutir temas ligados à Astronomia. Esses encontros seguiram ocorrendo em uma sala de aula cedida pela direção do Colégio Estadual General Calazans, para reuniões aos sábados, a partir das dezenove horas, finalizando com observações do céu pelo telescópio. Nessas reuniões, que prosseguem ocorrendo até hoje, além dos membros integrantes do grupo, em um total de seis, há a presença de populares que sempre frequentam as sessões em busca de conhecimentos na área. Na pauta das reuniões quinzenais são apresentados vídeos, fotos, indicações de livros de leitura, notícias sobre as últimas descobertas astronômicas, esclarecimentos de conceitos fundamentais e debates acerca de algum assunto relevante e que esteja em destaque nos últimos dias. Dentre os assuntos mais debatidos, destacam-se a origem da vida na Terra, as descobertas dos exoplanetas e a busca de vida extraterrestre.

No portfólio do CDAO também se inclui atividades relacionadas à Astronáutica. Mesmo antes da fundação do grupo, ocorrida somente em 2009, alguns integrantes já se dedicavam à experimentação científica, envolvendo conceitos da Física propostos por Isaac Newton. Neste sentido, vale ressaltar a construção de foguetes experimentais para a demonstração da Lei da Ação e Reação, destinados a estudantes adolescentes e adultos e professores de escolas públicas e privadas, e demais interessados.

O CDAO E A CONSTRUÇÃO DE FOGUETES EXPERIMENTAIS

Em 2006, dois dos atuais integrantes do grupo, os professores Vismonde Santos e Vicente Mateus, desenvolveram um protótipo de foguete balístico, a partir do uso de materiais recicláveis e de baixo custo, impulsionado por água e ar comprimido, visando simular um lançamento real. O protótipo, batizado de HERMES F-2E, seria capaz de transportar uma cápsula com carga útil a bordo, para ser posteriormente recuperada sem danos, podendo ser reutilizada em outros lançamentos e no mesmo foguete, também reutilizável.

O HERMES, sucessor de outros protótipos menos elaborados, foi apresentado ao público pela primeira vez em uma feira de ciências realizada no Colégio Estadual General Calazans, onde os dois professores ainda lecionam. O projeto contou com a participação de uma equipe de alunos que foram premiados e convidados a apresentar o projeto em eventos fora do Estado, a exemplo da II FENACEB (Feira Nacional de Ciências das Escolas Básicas), em Brasília-DF e na 60ª Reunião Anual da SBPC, em Campinas-SP.

A feira de ciências onde o projeto foi apresentado era dedicada à exploração espacial. No mesmo ano, em março de 2006, ia ao espaço para uma temporada de sete dias na Estação Espacial Internacional, o primeiro astronauta brasileiro, o tenente coronel aviador Marcos Cesar Pontes, selecionado pela Agência Espacial Brasileira (AEB), ara a missão Centenário, em homenagem ao ilustre pai da aviação Alberto Santos Dumont.

Estudantes na II FENACEB (Brasília/2007), em entrevista sobre o projeto HERMES. Foto: HARUKI, E. Agência Espacial Brasileira, 2007.
Astronauta Marcos César Pontes (hoje, 2019, ministro da ciência e tecnologia) acompanhando a montagem do foguete HERMES, para lançamento durante a 60ª Reunião da SBPC (Campinas/2008). Foto: HARUKI, E. Agência Espacial Brasileira, 2008.

Foi durante a II FENACEB, realizada em abril de 2007 na cidade de Brasília – DF (Figura 16) que houve o contato com representantes do Programa AEB Escola, da Agência Espacial Brasileira (AEB). A partir daí, o projeto ganharia repercussão e faria crescer o interesse pelas ciências espaciais entre os membros do grupo. No ano seguinte, em julho de 2008, os gestores do Programa AEB Escola lançaram convite para integrar a equipe da AEB na exposição da SBPC Jovem, em Campinas-SP, onde aconteceu o que seria o primeiro contato imediato com o astronauta Marcos César Pontes, que honrou o grupo lançando e autografando o foguete Hermes, após sua recuperação bem sucedida.

O PROJETO HERMES E O CLUBE DORENSE DE ASTRONOMIA ÓRION – CDAO

Na visão de um dos fundadores do CDAO, o professor Vicente Mateus Santana, “o desenvolvimento e o sucesso alcançado pelo Projeto Hermes foi a pedra fundamental que levou à criação do grupo em 2009”. O professor também salienta que isto deu aos membros do grupo um sentido de unidade e cooperação. “A superação das dificuldades e desafios é o que move o grupo rumo a outros projetos para o futuro”, conclui.

A ideia deste projeto surgiu da necessidade de incentivar nos estudantes o gosto pela pesquisa e o interesse pelas descobertas cientificas, destinadas ao progresso da sociedade. Assim, valeu-se do momento histórico da ida do primeiro astronauta brasileiro ao espaço (Marcos Cesar Pontes), na ‘Missão Centenário’, valorizando o esforço do Brasil, através da Agência Espacial Brasileira (AEB), na pesquisa e no desenvolvimento de veículos espaciais, para incluir o país no seleto grupo de nações capazes de lançar objetos na órbita terrestre e enviar homens ao espaço.

A partir daí, idealizou-se o Projeto Hermes, prevendo a construção de um foguete capaz de transportar uma pequena carga útil, a bordo de uma cápsula de retorno. Isso proporcionou a percepção dos cuidados e procedimentos fundamentais a serem seguidos em uma situação real, envolvendo conceitos estudados em sala de aula nas diversas áreas de conhecimento relacionadas ao fato, isto é, levar à prática o que geralmente ficava restrito à teoria.

Foguete Hermes no veículo com plataforma móvel. Foto: Haruki, 2007.

Entre os conceitos e competências envolvidos neste experimento, destacam-se: lançamento vertical e queda livre, Cinemática, leis de Newton, Hidráulica, Eletrônica e Mecânica, circulação atmosférica e noções de Meteorologia, Aerodinâmica, Geometria, reações químicas e gases, reações fisiológicas condicionadas, viagens espaciais, trabalho em equipe etc. Portanto, o projeto reúne um grande potencial para ser explorado didaticamente por professores, principalmente pela viabilidade dos materiais empregados na construção, que envolve garrafas PET, papelão, peças de eletroeletrônicos sucateados, papel reciclado, entre outros. O experimento conta ainda com um veículo de transporte (parte inferior da imagem anterior), onde está montada em sua carroceria a plataforma de lançamento do foguete. Sob a orientação do CDAO, a construção do veículo foi executada por uma equipe de alunos, utilizando materiais reciclados. Para movimentar o veículo, foi desenvolvido um controle remoto que aciona comandos para o carro deslocar-se para a direção e local desejados, aumentando ainda mais o realismo da atividade.

Quanto à inserção de carga útil, esta vai a bordo na coifa, parte superior do foguete, acomodada em uma cápsula de retorno. Dentro da cápsula, podem ser acomodados objetos de até 200 g para que sejam lançados e posteriormente recuperados. O sistema de recuperação da cápsula e do tanque do foguete , consiste em pára-quedas confeccionados com tecido de sombrinha fixados com barbantes que garantem a sustentação para o pouso seguro no solo. Todo o conjunto, após ser recuperado, pode ser remontado e reutilizado.

Cápsula e o tanque do foguete retornando com o pára-quedas acionados. Foto: Haruki, 2007.

Para este protótipo de foguete, o lançamento se dá a partir da base colocada em posição horizontal, para que o movimento inicial seja vertical e assim o artefato possa alcançar um apogeu maior, podendo atingir até 120 m. Para a propulsão necessária, é utilizada uma bomba de bicicleta ou compressor de ar para injetar no tanque um volume de ar comprimido necessário, juntamente com uma porção de água que, ao ser liberada a trava de segurança, provoca a ejeção da água e do ar comprimido impulsionando o foguete para cima, de acordo com a 3ª Lei de Newton (Ação e Reação).

O CDAO NOS “ENCONTROS REGIONAIS DE ENSINO DE ASTRONOMIA” (EREAs) E LOCAIS “SEMANAS SEASE

O Clube Dorense de Astronomia Órion (CDAO) teve atuação marcante nos eventos de divulgação da Astronomia e formação continuada de professores, promovidos pela Comissão de Ensino da Sociedade Astronômica Brasileira (CESAB), através do coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), o professor e astrônomo João Batista Garcia Canalle, no período de 2010/2011.

Nesses eventos, diversas atividades são realizadas com o objetivo de divulgar conhecimentos na área astronômica e aproximar a figura do astrônomo do público em geral, principalmente professores e estudantes de escolas de educação básica. Os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREA) oferecem oportunidades para que os participantes possam realizar observações diretas através de telescópios, participar de palestras com profissionais da área e aprender a desenvolver experimentos para serem aplicados em sala de aula com os alunos.

A participação de representantes do CDAO nos EREAs, no Ceará (Limoeiro do Norte e Caucaia/2010), no Paraná (Toledo/2010), São Paulo (Santo André/2011) e em Rondônia (Ji-Paraná/2011), se destaca por ministrar oficinas de construção e lançamento de foguetes didáticos movidos a água e ar comprimido. Esta é uma contribuição no sentido de compartilhar a experiência do grupo (Figuras 20 e 21) nesse tipo de trabalho e estimular o interesse de professores e estudantes pela área das ciências espaciais.

Oficina de foguetes ministrada por membros do CDAO no EREA em Caucaia-CE/2010. Fonte: Arquivos CDAO/2010.
Professores com foguetes confeccionados em oficina didática realizada em Caucaia-CE/2010. Fonte: Arquivos CDAO.

Na VII SEASE o Prof. Nilson Silva Santos (CDA Órion) paresentou uma palestra cujo tema foi “O Desenvolvimento da Astronomia Amadora em Sergipe: Das Origens Históricas às Perspectivas Futuras”.

O palestrante destacou a SEASE como sendo a primeira instituição (grupo) de astronomia no estado, tendo sua fundação no inicio da década de 1990, com nome de Grupo de Astronomia Johannes Kepler (GAJK) e sua sede era Centro Acadêmico de Física Leônidas Tancu (CAFis-LT/UFS) e os primeiro instrumentos do grupo foi uma luneta de 50mm e depois um telescópio newtoniano de 180mm.

Mencionou que a segunda fase do grupo ocorre em 2001, quando houve a mudança da sede do grupo, saindo das dependências do Campus da Universidade para a casa do senhor José Alípio Alvares de Armando Neto e há mudança também de nome do grupo para Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE). E que a terceira fase acontece, entre 2003 e 2009, quando ocorreu mais uma mudança de sede, passando a ocupar uma sala cedida pelo então presidente do Cotinguiba Esporte Clube, o senhor Wellington Mangueira.

Em sequida, aborda que em 2009 é fundado o Clube Dorense de Astronomia Órion (CDAO), motivado pela SEASE, com sede no interior do estado, na cidade de Nossa Senhora das Dores, que tem como fundador e coordenador geral o professor e astrônomo amador Nilson Santos que juntamente com outros entusiastas se reuniram para participar das atividades promovidas no Ano Internacional da Astronomia em 2009 (AIA 2009). O nome do grupo faz referencia à grande constelação Órion. O Prof. Nilson ainda falou sobre o surgimento de outros grupos de astronomia no estado, em Lagarto, Estância e o da própria UFS, com o surgimento do curso de Astronomia e lembrou que no mesmo ano a SEASE se transferiu para CCTECA onde continua até hoje em suas dependências, usufruindo dos arredores para realizar a maioria de suas observações.

Por último, foi explorado o Clube Dorense de Astronomia Órion, coordenado atualmente pelo palestrante, mostrando imagens de palestras, exposições, oficinas, observações com telescópios. Ele destacou que já no primeiro ano de fundação do CDA Órion foram realizadas quatro exposições abertas ao público com coleção de imagens cedidas pelo astrônomo Augusto Daminelli (paisagens cósmicas celebrando o AIA 2009). Finalizou, comentando sobre o projeto HERMES em uma exposição que participou em Brasília e contou a história do foguete que eles levaram para a exposição que tinha uma tartaruga como cobaia acoplada ao foguete.

O Prof. Nilson Silva Santos  em palestra “O Desenvolvimento da Astronomia Amadora em Sergipe: Das Origens Históricas às Perspectivas Futuras” – VII SEASE , 2016.

Informações de contato:

Site/Blog:  www.cdaorion.blogspot.com.br

Facebook:  https://www.facebook.com/cdaorion

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Texto: MAS; Reproduzido das páginas do MAS.

Fontes:  SANTOS, Nilson SilvaO desenvolvimento da astronomia amadora em Sergipe: das origens históricas às perspectivas futuras.Monografia: Especialização em Ensino de Astronomia,Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2012. Disponível em: https://memoriasdaastronomiaemsergipe.files.wordpress.com/2019/06/monografia-o-desenvolvimento-da-astronomia-amadora-em-sergipe-nilson-santos-30-04-121-1.pdf, acesso em 26 Jun. 2019.

Nilson Santos. Palestra: O Desenvolvimento da Astronomia Amadora em Sergipe: Das Origens Históricas às Perspectivas Futuras, na VII Semana de Astronomia de Sergipe, 2016. Disponível em:https://memoriasdaastronomiaemsergipe.wordpress.com/2019/06/26/relatorio-da-vii-semana-de-astronomia-de-sergipe-vii-sease/. Acesso 26 Ago. 2019.  (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 08/05/2017 https://web.archive.org/web/20170508093541/http://sease.org.br/relatorio-vii-sease/).

Censo Brasileiro de Instituições Astronômicas – SERGIPE (2018)

Bandeira de Sergipe
Mapa de Sergipe

1 – CATALOGAÇÃO

1.1 – INSTITUIÇÕES CATALOGADAS: 12
Ativas: 08 (66,66%)
Inativas: 03 (25,00%)
Extintas: 01 (8,34%)

BASE PARA LEVANTAMENTO (ativas + inativas): 11
Ativas: 08 (72,72%)
Inativas: 03 (27,28%)

1.2 – LOCALIZAÇÃO:
Número de Municípios na UF: 75

Municípios com instituições/equipamentos ativos + inativos: 5 (6,66% do Total)

Concentração de instituições/equipamentos
Capital: 4 (36,36%)
Outras cidades: 7 (63,64%)

2 – DISTRIBUIÇÃO

2.1 – DISTRIBUIÇÃO NAS MESORREGIÕES (IBGE 1989) :

– Sertão Sergipano – 2 (18,18%)
– Agreste Sergipano – 1 (9,09%)
– Leste Sergipano – 8 (72,73%)

2.2 – DISTRIBUIÇÃO NAS REGIÕES GEOGRÁFICAS INTERMEDIÁRIAS (IBGE 2017) :

– Aracaju – 10 (90,91%)
– Itabaiana – 1 (9,09%)

3 – TIPOS

OBSERVATÓRIOS: 1 (9,09%)
PLANETÁRIOS: 1 (9,09%)
ASSOCIAÇÕES: 8 (72,73%)
PROJETOS: 1 (9,09%)
OUTROS: 0 (0%)

4 – ESCOLAS PARTICIPANTES DA OBA

Municípios: 25 de 75 (33,33% do total)

5 – OBSERVATÓRIOS

PRIVADOS – 1 (100%)
PÚBLICOS – 0 (0%)

5.1 – PRIVADOS
Pessoais: 1 (100%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

5.2 – PÚBLICOS
Governo Municipal: 0 (0%)
Governo Estadual: 0 (0%)
Governo Federal: 0 (0%)
Universidade Federal: 0 (0%)
Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)

6 – PLANETÁRIOS

PRIVADOS – 0 (0%)
PÚBLICOS – 1 (100%)

FIXOS – 1 (100%)
MÓVEIS – 0 (0%)

6.1 – FIXOS

PRIVADOS:
Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

PÚBLICOS:
Gov. Municipal: 1 (100%)
Gov. Estadual: 0 (0%)
Gov. Federal: 0 (0%)
Univ. Federal: 0 (0%)
Univ. Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

6.2 – MÓVEIS

PRIVADOS:
Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

PÚBLICOS:
Gov. Municipal: 0 (0%)
Gov. Estadual: 0 (0%)
Gov. Federal: 0 (0%)
Univ. Federal: 0 (0%)
Univ. Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
OutroS: 0 (0%)

7 – ASSOCIAÇÕES

PRIVADAS – 4 (50%)
PÚBLICAS – 4 (50%)

7.1 – PRIVADAS (VÍNCULOS)

Pessoais: 3 (75%)
Escolas: 1 (25%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

7.2 – PÚBLICAS (VÍNCULOS):

Escola Municipal: 0 (0%)
Escola Estadual: 0 (0%)
Escola Federal: 1 (25%)
Universidade Federal: 1 (25%)
Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 2 (50%)
Outros: 0 (0%)

8 – PROJETOS

PRIVADOS – 0 (0%)
PÚBLICOS – 1 (0%)

8.1 – PRIVADOS (VÍNCULOS):

Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

8.2 – PÚBLICOS (VÍNCULOS):

Escola Municipal: 0 (0%)
Escola Estadual: 0 (0%)
Escola Federal: 0 (0%)
Universidade Federal: 0 (0%)
Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 1 (100%)
Outros: 0 (0%)

9 – OUTROS :

MUSEUS – 0 (0%)
LABORATÓRIOS – 0 (0%)
OUTROS – 0 (0%)

PRIVADOS – 0 (0%)
PÚBLICOS – 0 (0%)

9.1 – PRIVADOS (VÍNCULOS):

Pessoais: 0 (0%)
Escolas: 0 (0%)
Universidades: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

9.2 – PÚBLICOS (VÍNCULOS):

Escola Municipal: 0 (0%)
Escola Estadual: 0 (0%)
Escola Federal: 0 (0%)
Universidade Federal: 0 (0%)
Universidade Estadual: 0 (0%)
Instituto Federal: 0 (0%)
Outros: 0 (0%)

10 – CRONOLOGIA DE SURGIMENTO CONFORME AS DÉCADAS:

até séc. XIX – 0
1900 – 0
1910 – 0
1920 – 0
1930 – 0
1940 – 0
1950 – 0
1960 – 0
1970 – 0
1980 – 0
1990 – 1
2000 – 4
2010 – 7
Total: 12

Instituições e equipamentos catalogados:

– Clube Dorense de Astronomia Órion (CDA ÓRION) 
– Observatório Scorpio
– Clube de Astronomia do IFS Campus Lagarto (CAILA) 
– AstroIFS 
– Grupo de Eventos Astronômicos de São Cristóvão (GEASC)
– Planetário da CCTECA Galileu Galilei 
– Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE) 
– Grupo de Astrofísica da UFS (ASTROUFS)
– Grupo de Astronomia Johannes Kepler (GAJK)
– Clube de Astronomia do CODAP – UFS
– Tardis – Clube de Astronomia de Estância
– Grupo de Astronomia Singularidade (GAS)

Fontes de busca:
– Site da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA)
– Acervo Astronômico – Edvaldo Trevisan
– Facebook – busca geral
– Orkut – busca geral
– ABP – Associação Brasileira de Planetários
– Clubes e Associações de Astronomia do Brasil – Rodolfo Langhi
– Anuários de Astronomia – 1981 a 2013 – Ronaldo Rogério de Freitas Mourão

Autores do levantamento:
– Saulo Machado
– Cláudio Azevedo
– Vinícius dos Santos
GaeA – Grupo de Apoio em Eventos Astronômicos

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Texto: Reproduzido de GAEA

Fontes: CENSO BRASILEIRO DE INSTITUIÇÕES ASTRONÔMICAS EDIÇÃO 2018 – RESULTADO GERAL. Disponível em: http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_30.html  , acesso 14 Dec. 2019. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 14/12/2019:  https://web.archive.org/web/20191215014033/http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_30.html ).

Censo Brasileiro de Instituições Astronômicas – SERGIPE (2018). Disponível em: http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_24.html  , acesso 14 Dec. 2019. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 14/12/2019:  https://web.archive.org/web/20190426215802/http://gaea-astronomia.blogspot.com/2018/05/censo-brasileiro-de-instituicoes_24.html ).

SERGIPANOS SÃO PREMIADOS EM FEIRA INTERNACIONAL

Entre os dias 24 e 29 de outubro deste ano (2016), aconteceu no Estado do Rio Grande do Sul, na cidade de Novo Hamburgo, a 31ª MOSTRATEC, a maior feira de ciências da América Latina, com a participação de expositores de todos os estados brasileiros e de mais 21 países. Os representantes de Sergipe, sob a representação do professor orientador Nilson Santos e seu aluno expositor José Matheus Gomes, expuseram o projeto Astronomia Alternativa, como uma proposta de captura de imagens de corpos celestes utilizando uma webcam de computador adaptada, visando reduzir os custos da atividade, em comparação com o uso de câmeras profissionais à venda no mercado. Esse trabalho é destinado a astrônomos amadores que desejam obter imagens da nossa lua, planetas do nosso sistema solar, dentre outros objetos cósmicos. Como resultado da participação na MOSTRATEC, o projeto conseguiu três premiações, sendo duas credenciais para outras feiras de renome nacional e internacional, como a MOCINN – Mostra de Ciências do Norte e Nordeste a acontecer no Maranhão, em 2017 e a LUMITECH – mostra científica que ocorrerá no Paraguai, também em 2017, onde representarão o Brasil. A terceira premiação foi uma medalha de destaque na área de atuação do projeto, voltado à engenharia de materiais. Com esse sucesso, a meta é continuar desenvolvendo e aperfeiçoando o método de registo das astrofotografias para uso posterior em exposições, catálogos e estudos científicos. Como orientador do trabalho, o professor Nilson agradece o apoio e colaboração de todos que incentivaram a ideia, em especial a Douglas Vinicius, que forneceu o modelo da webcam adotada e David Maia pela coorientação e participação ativa nas diversas etapas da montagem do projeto.

Postado por cdaorion.

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Texto: Memórias da Astronomia em Sergipe (M.A.S.), Reproduzido da página da SEASE.

Fontes: Clude Dorense de Astronomia -Órion. Página do CDA-Órion. Disponível em : http://cdaorion.blogspot.com/2016/10/sergipanos-premiados-em-feira.html, acesso 30 Jul. 2019. (Conteúdo arquivado no Wayback Machine em 30/07/2019: https://web.archive.org/web/20190730033533/http://cdaorion.blogspot.com/2016/10/sergipanos-premiados-em-feira.html).

O Desenvolvimento da Astronomia Amadora em Sergipe: das Origens Históricas às Perspectivas Futuras

NILSON SILVA SANTOS, Monografia de Especialização.

Resumo: Embora a Astronomia seja considerada uma das ciências mais antigas da humanidade, percebe-se que o seu desenvolvimento, ao longo dos tempos, ficou limitado aos espaços acadêmicos e distante do grande público leigo. Os profissionais que atuam nesta área produzem conhecimentos que são normalmente divulgados em uma linguagem que está muito além da capacidade de compreensão da maioria das pessoas, tornando a figura do astrônomo e da própria Astronomia, algo distante do cotidiano do público em geral. Sendo esta a única ciência que permite o convívio entre profissionais e amadores, o presente trabalho pretende mostrar o desenvolvimento de atividades astronômicas promovidas por grupos de entusiastas amadores no Estado de Sergipe, destacando a Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE) e o Clube Dorense de Astronomia Órion (CDAO), com o objetivo de divulgar e popularizar o conhecimento sobre Astronomia e aproximar a figura do astrônomo amador da população, através de palestras temáticas, exposições de astrofotografia, oficinas e observação dos astros por meio de telescópios. Neste estudo são apresentadas informações relativas às origens históricas das associações astronômicas amadoras do Estado de Sergipe, bem como sua condição atual e as perspectivas e demandas para a continuação e ampliação das atividades por elas desenvolvidas.

1- INTRODUÇÃO
A história da Astronomia e seu desenvolvimento ao longo dos tempos é algo que se confunde com a própria saga da civilização humana na face da Terra. Sua origem é tão remota e incerta que não faltam argumentos para descrevê-la. Para Caniato (1994), em seu livro “O que é Astronomia”, foi o Sol o astro que primeiro chamou a atenção do homem, seguido da Lua e, por fim, o céu estrelado. Ele conclui que foi a observação sistemática das influências desses astros que ocasionou o nascimento da Astronomia.

Como a origem da Astronomia propriamente dita não é o objeto de estudo deste trabalho, não se adentrará em maiores detalhes por este viés, mas será feita uma análise de sua presença especificamente em terras sergipanas, dentro de um contexto nacional e no âmbito da atuação de grupos amadores, como será descrito mais adiante.

Será visto que no Brasil, a Astronomia teve seu início ainda no período do Império, seguindo uma trajetória de desenvolvimento até os dias atuais. Nessa linha do tempo, o mesmo acontece e se reproduz pelo território brasileiro, especialmente pela região Nordeste. Portanto, aqui será apresentado como objeto de estudo o histórico e a singularidade do caso envolvendo o Estado de Sergipe que, se não fosse pela atuação amadora dos grupos presentes, estaria fora da prática do campo dos estudos astronômicos na região.

Assim, no caso de Sergipe, apenas recentemente, em 2010, foi criado um curso de bacharelado em Física, com habilitação em Astronomia, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Entretanto, bem antes, em 1993, alguns universitários e entusiastas nessa área de conhecimento organizaramse para fundar o Grupo de Astronomia “Johannes Kepler”, que depois se transformaria no que atualmente se denomina Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE), com sede na capital Aracaju.

Em 2009, concomitantemente ao lançamento do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009), instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi também criado um segundo grupo amador que se identifica por Clube Dorense de Astronomia Órion (CDAO), sediado no interior do Estado, no município de Nossa Senhora das Dores, com a mesma finalidade de promover a pesquisa e o ensino de Astronomia, nos moldes da atuação amadora, junto ao público em geral.

Devido à escassez de bibliografia focada na área local para a realização deste trabalho, a metodologia adotada será voltada à pesquisa de campo qualitativa, segundo Moreira (2004), buscando descrever a realidade da prática da Astronomia amadora em Sergipe, dentro de um contexto regional e nacional. Para tanto, serão analisados documentos e coletados depoimentos de pessoas ligadas à área para traçar um perfil histórico da Astronomia amadora no Estado, a partir da atuação marcante dos dois grupos que se destacam localmente.

Por fim, serão apontados os desafios a serem enfrentados pelos entusiastas desse campo de conhecimento vasto e bastante diversificado. Algumas propostas de solução e desenvolvimento serão listadas para fortalecer a continuação das atividades, levando à população leiga cada vez mais informações sobre os fenômenos celestes e aproximando a figura do astrônomo do público, em uma perspectiva de popularização da Astronomia.

Texto completo: O Desenvolvimento da Astronomia Amadora em Sergipe: das Origens Históricas às Perspectivas Futuras

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Texto:  M.A.S., Monografia de Nilson Silva Santos: Reprodução autorizada pelo autor.

Fontes: SANTOS, Nilson Silva. O desenvolvimento da astronomia amadora em Sergipe: das origens históricas às perspectivas futuras. Monografia: Especialização em Ensino de Astronomia, Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, 2012. Disponível em: https://memoriasdaastronomiaemsergipe.files.wordpress.com/2019/06/monografia-o-desenvolvimento-da-astronomia-amadora-em-sergipe-nilson-santos-30-04-121-1.pdf, acesso em 26 Jun. 2019.